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perguntado em Religião e Espiritualidade por Bronze (21,9K pontos)
Se ela é um livro que dizem que é inspirado por Deus, e não por homens?

Será que costumes da época passam por cima do que Deus queria que fosse registrado, em nome Dele?

2 Respostas

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respondida por Ouro (57,3K pontos)
Cabe ao homem mudar seus costumes.
Os homens não aceitam mudanças em suas leis vindas da fé, tanto hoje como no passado.

Jesus não foi aceito só por pregar as palavras de Deus, se começasse uma luta para mudar os costumes da época, não alcançaria o seu propósito, que é a salvação humana desse mundo de erros, que nunca terá conserto.

A fé e oração de muitos tem como resultado mudanças de forma indireta, e também tem ajudado esse mundo a não ser o próprio inferno.

Acreditem ou não, a fé cristã tem ajudado esse mundo, todas as orações a Deus nas igrejas, incluem a todos desse mundo.

O ser humano precisa entender onde estamos, já está mais que na hora de acordarem para a realidade.
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respondida por (1,6K pontos)
Escravidão é tradução incorreta do texto. "Servidão contratada" seria o termo mais correto.

A "escravidão" na Bíblia era diferente da escravidão antebbelum (pré guerra, no Sul dos EUA) ou a escravidão dos negros. A pessoa se vendia voluntariamente em situações de dificuldade financeira (Lv 25:39,47; compare com Dt 15:12), e sairia livre após 7 anos (Êx 21:1-2). E se o servo fosse maltratado, sairia livre (Êx 21:26-27). Se o empregador o matasse, seria morto por esse assassinato (Êx 21:20). Só esses três fatos bastam destruir qualquer alegação de opressão promovida na Bíblia.

O Anchor Bible Dictionary faz o seguinte comentário sobre a "escravidão" na Bíblia:

"Encontramos na Bíblia o primeiro apelo apelo na literatura mundial para tratar os escravos como seres humanos, para o seu próprio bem, e não apenas para interesse de seus senhores."
(Muhammad A. Dandamayev, s.v  "Slavery", em Anchor Bible Dictionary, vol. 6, Ed. David Noel Freedman, New York: Doubleday, 1992)

E a palavra hebraica traduzida por escravo é 'ebed, que significa simplesmente empregado ou servo.

"Não há nada inerentemente humilhante em ser um 'ebed. Pelo contrário, é uma honra, um termo dignificante."
(John Goldingay, Old Testament Theology: Israel's Life. Vol 3. Downers Grove, IL: InterVarsity, 2009, p. 460)
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