+3 votos
47 visitas
em Curiosidade por (1,5K pontos)

Entre ou cadastre-se para responder esta pergunta.

3 Respostas

+1 voto
por Ouro (55K pontos)
selecionada por
 
Melhor resposta
As duas primeiras suposições tornam "não fazer nem bem nem mal" sem sentido. Se eu faço algo ausente de bondade (não fazer bem) isso torna a ação má. Porém contradiz o "não fazer nem bem nem MAL". Se leva a uma contradição, a conclusão (uma resposta) não é válida, não é lógica. Ou você nega que "o mal é a ausência do bem e o bem a ausência do mal" ou nega que possam existir "nem bem nem má". Os dois verdadeiros não funciona.
+1 voto
por Platina (91,9K pontos)
Não estará fazendo nada e isso é mal.

Tanta gente precisando de algo, às vezes somente uma palavra amiga.
+1 voto
por (4,9K pontos)
Faz tempo que li isso, mas se não me engano, mal era ausência de bem até os gregos, e se tornou um conceito, uma "substância" própria, com os primeiros autores cristãos. E pra muitas correntes da filosofia oriental, mal e bem não existem como conceitos próprios, só existem atrelados às nossas ações e suas consequências, no sentido de karma e darma, ou existem inseparáveis um do outro, exemplificado pelo símbolo de ying-yang (ou seja, mesmo na ação de bem mais puro, existe um pouco de mal), e em dualismos como matéria X espírito. Tudo isso pra dizer que eles não são conceitos universais. Sua definição é relativa. Nós agimos. Fazemos coisas. Eventos acontecem. Se eles são bons ou ruins, depende de um julgamento externo que não é necessário, que não é inerente a eles. É como perguntar se um índio que não saiba o que é o pecado pode pecar.

Perguntas relacionadas

+3 votos
2 respostas
+9 votos
12 respostas
+4 votos
2 respostas
Seja bem vindo ao Gloove, seu novo site de perguntas e respostas. Crie uma conta gratuita e participe!
...